Livro “Chamas da Devoção” resgata história e tradição do Fogaréu de Serrinha
Lançamento aconteceu na noite desta sexta-feira (11), na Cúria Diocesana, com participação da comunidade e apoio da Paróquia da Catedral Senhora Sant’Ana
Imagens Reprodução A história e a tradição da Procissão do Fogaréu de Serrinha ganharam um novo registro com o lançamento do livro “Chamas da Devoção: O Fogaréu de Serrinha”, realizado na noite desta sexta-feira (11), no Salão da Cúria Diocesana. A obra reúne a proposta de preservar a memória de uma das manifestações culturais e religiosas mais marcantes da maior cidade do Território do Sisal.
O lançamento foi divulgado pela Paróquia da Catedral Senhora Sant’Ana, que destacou a importância da publicação para manter viva a história do Fogaréu. A iniciativa também busca aproximar essa tradição das novas gerações, levando conhecimento sobre a manifestação para crianças, adolescentes, educadores e estudantes.

O prefeito de Serrinha, Cyro Novais, participou do lançamento e falou sobre a importância da obra para a preservação da identidade do município. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Hoje tive a alegria de participar do lançamento do livro 'Chamas da Devoção: o Fogaréu de Serrinha', uma obra que nasce com o propósito de preservar a nossa história, fortalecer o conhecimento e valorizar uma das mais importantes manifestações culturais e religiosas do nosso município. Uma publicação feita para todos os serrinhenses, especialmente para nossas crianças e adolescentes, educadores e estudantes, ajudando as novas gerações a conhecer e manter viva essa tradição que faz parte da nossa identidade”.
Ao agradecer o convite da Paróquia, Cyro Novais também parabenizou os envolvidos na iniciativa e ressaltou a importância de cuidar da memória local. “Agradeço a Paróquia da Catedral Senhora Sant’Ana pelo convite e parabenizo todos os envolvidos por essa iniciativa tão importante. Valorizar a nossa cultura é também cuidar da nossa memória e garantir que a história de continue sendo contada e vivida pelas próximas gerações. Que a chama do fogaréu nunca se apague em nossos corações!”, declarou.
Folha do Sisal - Por Rubenilson Nogueira




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