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Serrinha,16/04/2026

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Aulas são suspensas em escola da zona rural de Barrocas após denúncias de atraso salarial

Mensagens em redes sociais e vídeo de portão fechado geraram repercussão; prefeito afirma que vai apurar o caso

Nossa Voz
Aulas são suspensas em escola da zona rural de Barrocas após denúncias de atraso salarial Foto Reprodução

O município de Barrocas, localizado no Território do Sisal, a cerca de 190 km de Salvador, registrou nesta sexta-feira (10) a suspensão das aulas na Escola Municipal Febrônio Teles de Oliveira, situada no povoado do Curralinho, zona rural. A situação ganhou repercussão após a circulação de mensagens em redes sociais indicando que funcionários não teriam comparecido ao trabalho por falta de pagamento.

Prints compartilhados em grupos mostravam mensagens atribuídas a funcionárias informando que não iriam trabalhar devido à suposta ausência de pagamento. Em uma das mensagens, foi relatado que, diante da situação, não haveria aula e que ainda não seria possível definir uma data de retorno, destacando a necessidade de uma equipe completa para o funcionamento da unidade escolar.

Moradores da comunidade relataram preocupação com o caso. Um deles, identificado como Di Ferreira, afirmou: “As crianças perder aula. Isso aí é muito feio. Era pra todo mundo fazer isso aí. Parar, que sozinho recebia, agora ficar aí dois, três meses sem receber, rapaz, isso é feio”. Outro morador, Pedro Marcos, também comentou: “O colégio do Curralinho parou, viu? Pagamento, dois meses atrasado”.


Além das mensagens, um vídeo mostrando o portão da escola fechado passou a circular, reforçando a informação de que não houve aula na unidade nesta sexta-feira. Durante participação na Rádio A Nossa Voz, o prefeito José Almir afirmou que não tinha conhecimento prévio da suspensão e disse que, ao tomar ciência da situação, determinaria a apuração dos fatos. “Eu estou achando isso difícil. Mas, como está os comentários nas redes sociais, eu não posso também confirmar. Mas, se realmente existiu isso, primeiramente abrir um processo administrativo. […] Existe uma professora concursada na escola do Curralinho. […]”, afirmou.

O gestor também indicou que possíveis falhas relacionadas a pagamentos podem estar ligadas a questões administrativas, como pendências cadastrais, e garantiu que a situação será verificada. Até o fechamento desta matéria, não houve posicionamento oficial da Secretaria Municipal de Educação.

Folha do Sisal




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