“O povo vai morrer aqui a migué”, desabafa moradora de Teofilândia ao criticar atendimento no hospital municipal
Mulher afirma que parente de 63 anos buscou atendimento três vezes na unidade sem registro médico, dificultando acompanhamento da equipe de plantão
Hospital Municipal de Teofilândia - Foto: Raimundo Mascarenhas Uma moradora de Teofilândia, município do Território do Sisal, usou as redes sociais para denunciar problemas no atendimento do Hospital Municipal Waldemar Ferreira de Araújo. O desabafo foi publicado na noite do último domingo (24) por Jane Bispo, de 43 anos, que relatou dificuldades enfrentadas por uma parente de 63 anos durante atendimentos realizados na unidade.
Segundo Jane, a idosa, identificada como dona Nice, precisou procurar atendimento médico por três vezes, mas não teve ficha médica registrada durante as passagens pelo hospital. De acordo com ela, a situação acabou dificultando o acompanhamento da paciente pelos profissionais plantonistas.
Ainda conforme o relato, os médicos não tinham acesso às informações sobre quais medicamentos já haviam sido administrados anteriormente, o que teria provocado mudanças na medicação a cada novo retorno da paciente à unidade de saúde.
Indignada, Jane fez um apelo por mais atenção e cuidado com os pacientes atendidos no hospital. Em um trecho da publicação, ela alertou outras pessoas sobre a situação e afirmou que “o povo pode morrer aqui a migué”, expressão usada por ela ao comentar o caso nas redes sociais.
Segundo o site Teofilândia Acontece, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Teofilândia foi procurada para comentar a denúncia, mas até o fechamento da matéria não havia se pronunciado sobre o caso.
Folha do Sisal




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