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Serrinha,24/07/2026

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Suspeito usou dedos de professora morta para sacar R$ 18 mil em agência bancária de Serrinha, aponta investigação

Polícia Civil aponta que aposentada de 64 anos foi morta durante um latrocínio motivado pela busca de dinheiro e joias; quatro pessoas foram presas por envolvimento no crime.

cleristonsilva.com
Suspeito usou dedos de professora morta para sacar R$ 18 mil em agência bancária de Serrinha, aponta investigação Imagem Ilustrativa / Reprodução

A investigação sobre o assassinato da professora aposentada de 64 anos, ocorrido em Santa Rita de Cássia, no oeste da Bahia, revelou um detalhe que chamou a atenção dos investigadores. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos utilizou os dedos da vítima para realizar saques bancários que somaram R$ 18 mil em uma agência do Banco do Brasil, em Serrinha. O crime aconteceu no dia 7 de junho deste ano e é tratado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

De acordo com a Polícia Civil, a quebra do sigilo bancário da vítima identificou quatro operações financeiras. Três saques, que totalizaram R$ 18 mil, foram concluídos com sucesso. Já uma quarta tentativa fracassou porque, conforme a investigação, os dedos da vítima já estavam em avançado estado de decomposição. Ainda segundo a polícia, além dos saques em Serrinha, também foram utilizadas senhas e cartões bancários da aposentada para retirar dinheiro em Barreiras. O celular da vítima também foi levado e posteriormente vendido.

As investigações apontam que o crime teria sido motivado pela crença de que a professora guardava dinheiro e joias em um suposto cômodo secreto dentro da residência. Conforme o delegado responsável pelo caso, uma mulher de 42 anos teria repassado essa informação aos demais envolvidos, que foram até o imóvel sob o pretexto de realizar uma obra. Ao todo, quatro pessoas foram presas por suspeita de participação no crime. Um sobrinho da vítima chegou a ser detido no início da investigação, mas foi liberado cerca de 24 horas depois, após a Polícia Civil concluir que ele não teve envolvimento no assassinato.




A professora foi encontrada morta dentro do banheiro de casa, enrolada em um lençol, após familiares estranharem seu desaparecimento. Segundo a Polícia Civil, ela foi asfixiada e, em seguida, atingida por golpes de faca. Em nota, o delegado responsável pela investigação lamentou a brutalidade do caso. "Vivaldina era uma pessoa bastante querida e a cidade ficou chocada com a barbaridade que fizeram com ela", afirmou.

Folha do Sisal




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