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Serrinha,03/02/2026

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Ataque de piranhas deixa ao menos dez feridos no Rio Paraguaçu, no interior da Bahia

Caso ocorreu em trecho bastante frequentado no distrito de João Amaro, em Iaçu; prefeitura interditou área para banho e solicitou estudo técnico

g1 Bahia
Ataque de piranhas deixa ao menos dez feridos no Rio Paraguaçu, no interior da Bahia Vítimas tiveram ferimentos nos pés após ataque de piranhas em Iaçu — Foto: Redes Sociais

Um ataque de piranhas deixou pelo menos dez pessoas feridas no domingo (25), em um trecho do Rio Paraguaçu, no distrito de João Amaro, município de Iaçu, a cerca de 170 quilômetros de Feira de Santana. As vítimas estavam tomando banho no rio quando foram surpreendidas pelas mordidas, principalmente nos pés, conforme mostram imagens divulgadas nas redes sociais.

De acordo com a Prefeitura de Iaçu, o local é bastante frequentado por moradores da região, especialmente durante o período de férias, chegando a receber cerca de duas mil pessoas em alguns fins de semana. Após o ocorrido, os banhistas feridos foram orientados a procurar unidades de saúde para avaliação e atendimento médico.

Diante da situação, a gestão municipal informou que o trecho do rio deverá ser interditado temporariamente para banho. Um estudo técnico foi solicitado para identificar as causas do ataque, e placas de sinalização serão instaladas para alertar a população sobre os riscos. Segundo a prefeitura, o aparecimento das piranhas na área é recente e tem causado preocupação entre os moradores.

Um quiosque que funciona nas proximidades também emitiu um comunicado alertando sobre o ataque. Como medida preventiva, o estabelecimento decidiu suspender temporariamente o uso de sombreiros, com o objetivo de evitar a permanência de banhistas até que a situação seja avaliada e controlada pelas autoridades.





Segundo apuração da TV Subaé, afiliada da Rede Bahia, um ambientalista explicou que a presença de piranhas-prata no Rio Paraguaçu é comum, mas ataques a banhistas não são frequentes. Entre os fatores que podem provocar esse tipo de comportamento estão a presença de animais mortos na água, temperaturas elevadas, que geram estresse nos peixes, disputas com outras espécies e a água escura, que dificulta a identificação das piranhas durante os ataques. O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades municipais.

Folha do Sisal




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